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Aos Salmistas...

Para cantar a ti, meu Senhor Jesus, quem me dera ter olhos de águia, coração de criança e uma língua polida pelo silêncio!
Frei Ignácio de Larrañaga

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salmo 48, 27 de fevereiro 2014 (27/02/2014)

Este salmo nos mostra que os ricos e opressores, com todo o seu poder, não têm possibilidade de assegurar uma vida perpétua. Acostumados a manipular a liberdade e a vida do povo, eles esquecem que a vida é dom, e não mercadoria. Enquanto o rico não é capaz de resgatar a própria vida. Deus resgata gratuitamente os pobres da escravidão e da morte, para lhes dar liberdade e vida.






João Pedro - voz solo
Leandro - melodia, violão e backing
Marlene - backing
 DSCN0435

D                                                G                       D                                G
— Felizes os humildes de espírito porque deles é o Reino dos Céus!
D                                              G                       A                                  G           D    A7
— Felizes os humildes de espírito porque deles é o Reino dos Céus!


D                                           G
Este é o fim do que espera estultamente, 
D                                           G
o fim daqueles que se alegram com sua sorte; 
D                                      G
são um rebanho recolhido ao cemitério, 
A                                      G                           D              A7
e a própria morte é o pastor que os apascenta.

— São empurrados e deslizam para o abismo. 
Logo seu corpo e seu semblante se desfazem, 
e entre os mortos fixarão sua morada. 
Deus, porém, me salvará das mãos da morte 
e junto a si me tomará em suas mãos.

— Não te inquietes, quando um homem fica rico 
e aumenta a opulência de sua casa; 
pois ao morrer não levará nada consigo,
 nem seu prestígio poderá acompanhá-lo.

— Felicitava-se a si mesmo enquanto vivo: 
“Todos te aplaudem, tudo bem, isto que é vida!” 
Mas vai-se ele para junto de seus pais, 
que nunca mais e nunca mais verão a luz!
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