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Aos Salmistas...

Para cantar a ti, meu Senhor Jesus, quem me dera ter olhos de águia, coração de criança e uma língua polida pelo silêncio!
Frei Ignácio de Larrañaga

Salmo 73, 27 de junho de 2026

Neste Salmo o povo, desolado em virtude das dificuldades constantes que enfrentam, reconhecem a perdição do mundo, porém pedem que o os justos e humildes ainda assim, reconheçam e glorifiquem a Deus, confiando na sua compaixão.

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                   E               F#m         C#m   B                    E             A    E
— Não esqueçais até o fim a humilhação dos vossos pobres.


               E                     F#m          C#m             G#m
— Ó Senhor, por que razão nos rejeitastes para sempre
        A                         B                   C#m              G#m
e vos irais contra as ovelhas do rebanho que guiais?
          E                      F#m            C#m          G#m
Recordai-vos deste povo que outrora adquiristes,
       A                       B               G#m              C#m                                                                
desta tribo que remistes para ser a vossa herança,
  A                        F#m   B                      E               A
e do monte de Sião que escolhestes por morada!



— Dirigi-vos até lá para ver quanta ruína:
no santuário o inimigo destruiu todas as coisas;
e, rugindo como feras, no local das grandes festas,
A                       F#m          B
lá puseram suas bandeiras vossos ímpios inimigos.


— Pareciam lenhadores derrubando uma floresta,
ao quebrarem suas portas com martelos e com malhos.
Ó Senhor, puseram fogo mesmo em vosso santuário!
Rebaixaram, profanaram o lugar onde habitais!


— Recordai vossa Aliança! A medida transbordou,
porque nos antros desta terra só existe violência!
Que não se escondam envergonhados o humilde e o pequeno,

mas glorifiquem vosso nome o infeliz e o indigente!


Salmo 136, 26 de junho de 2026

 O salmista faz um pacto com Deus, prometendo que jamais se esquecerá de todas as obras relizadas em sua vida e se manterá firme com a certeza de que Suas promessas ainda hão de ser cumpridas.






*melodia disponibilizada por Comunidade Canção Nova.


F/A  G/B  C                     G/B                      Am7
Que  se   prenda a minha língua ao céu da boca,/ 
          F              G        Em7       Am7
se de ti, Jerusalém, eu me esquecer. (Bis)


Am7                            F                    G               Am7   
Junto aos rios da Babilônia/nos sentávamos chorando,/
           Am7               F           
(nos sentávamos chorando,)
                G           Am7
com saudades de Sião./ 
                        G/B   C
Nos salgueiros por ali/ 
            Dm7                C/E
penduraremos nossas harpas.
                                F
(Nos salgueiros por ali/ 
             G         Em7       Am7
penduraremos nossas harpas.).

— Pois foi lá que os opressores / nos pediram nossos cânticos; / 
nossos guardas exigiam / alegria na tristeza: /
“Cantai hoje para nós / algum canto de Sião!”
“Cantai hoje para nós / algum canto de Sião!”

— Como havemos de cantar / os cantares do Senhor / 
os cantares do Senhor  numa terra estrangeira? / 
Se de ti, Jerusalém, / algum dia eu me esquecer, / 
que resseque a minha mão, que resseque a minha mão!

— Que se cole a minha língua / e se prenda ao céu da boca, / 
se de ti não me lembrar! / se de ti não me lembrar!
Se não for Jerusalém /minha grande alegria!
Se não for Jerusalém /minha grande alegria!


Salmo 78, 25 de junho de 2026

  Este salmo descreve a tragédia causada pela invasão babilônica em 586 a.C. A súplica procura comover a Deus, mostrando que o principal atingido foi ele próprio, porque se trata de tua herança, teu Templo, teus servos, teus fiéis. Deus tem que libertar o seu povo em vista da sua honra pessoal e do nome com que se revelou no passado (Ex 3,l4). No exílio, o povo confia que Deus, seu pastor, irá liberta-lo. A súplica se transforma em ação de graças e o louvor já proclama a libertação futura.

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Am                   G                   F                            E
Por vosso nome e vossa glória, libertai-nos, ó Senhor!

 
Am                                    Em
Invadiram vossa herança os infiéis,
F                                                Em
profanaram, ó Senhor, o vosso templo,
Am                                   Em
Jerusalém foi reduzida a ruínas!
F                                         Em
Lançaram aos abutres como pasto
F                                        Am
os cadáveres dos vossos servidores;
F                                        Am
e às feras da floresta entregaram
                     G                    Am
os corpos dos fiéis, vossos eleitos.





Derramaram o seu sangue como água
em torno das muralhas de Sião,
e não houve quem lhes desse sepultura!
Nós nos tornamos o opróbrio dos vizinhos,
um objeto de desprezo e zombaria
para os povos e àqueles que nos cercam.
Mas até quando, ó Senhor, veremos isto?
Conservareis eternamente a vossa ira?
Como fogo arderá a vossa cólera?




Não lembreis as nossas culpas do passado,
mas venha logo sobre nós vossa bondade,
pois estamos humilhados em extremo.
Ajudai-nos, nosso Deus e Salvador!
Por vosso nome e vossa glória, libertai-nos!
Por vosso nome, perdoai nossos pecados!


Salmo 138, 24 de junho de 2026

Neste salmo é nos mostrado que Deus está presente em todos os lugares , conhece  nossos sentimentos e compartilha conosco todos os momentos da nossa vida

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Musica integrante do CD "Ao Mestre do Canto" de Eliana Ribeiro


D                                   A                     Bm               
Eu vos louvo e vos dou graças óh Senhor, 
              F#m                 G                        A  A4
porque de modo admirável me formastes (2x)



Bm                           A                   G
Senhor, vos me sondais e conheceis
Bm                            A                    G
Sabeis quando me sento ou me levanto
Bm             F#m                       E      G
De longe penetrais meus pensamentos
Bm                          F#m                E             G
Percebeis quando me deito ou quando eu ando
G                                                                 A    A4
Os meus caminhos vos são todos conhecidos



— Fostes vós que me formastes as entranhas, 
e no seio de minha mãe vós me tecestes. 
Eu vos louvo e vos dou graças, ó Senhor, 
porque de modo admirável me formastes!



— Até o mais íntimo, Senhor, me conheceis; 
nenhuma sequer de minhas fibras ignoráveis, 
quando eu era modelado ocultamente, 
era formado nas entranhas subterrâneas.


Salmo 47, 23 de junho de 2026

 Neste salmo vemos que Deus estabelece sua aliança com seu povo, e cumpre a promessa de estar sempre ao nosso lado.




        Cm                  G#m     Bb             Cm
— O Senhor estabelece sua cidade para sempre.


 Cm                              D#
— Grande é o Senhor e muito digno de louvores
Fm   Gm              Cm
na cidade onde ele mora;
Cm
seu Monte santo, esta colina encantadora,
Fm       Gm       Cm
é a alegria do universo.



— Monte Sião, no extremo norte situado,
és a mansão do grande Rei!
Deus revelou-se em suas fortes cidadelas
um refúgio poderoso.



— Recordamos, Senhor Deus, vossa bondade
em meio a vosso templo;
como vosso nome vai também vosso louvor
aos confins de toda a terra.