Neste Salmo o povo, desolado em virtude das dificuldades constantes que enfrentam, reconhecem a perdição do mundo, porém pedem que o os justos e humildes ainda assim, reconheçam e glorifiquem a Deus, confiando na sua compaixão.
E F#m C#m B E A E
— Não esqueçais até o fim a humilhação dos vossos pobres.
E F#m C#m G#m
A B C#m G#m
e vos irais contra as ovelhas do rebanho que guiais?
E F#m C#m G#m
Recordai-vos deste povo que outrora adquiristes,
A B G#m C#m
desta tribo que remistes para ser a vossa herança,
A F#m B E A
e do monte de Sião que escolhestes por morada!
— Dirigi-vos até lá para ver quanta ruína:
no santuário o inimigo destruiu todas as coisas;
e, rugindo como feras, no local das grandes festas,
lá puseram suas bandeiras vossos ímpios inimigos.
— Pareciam lenhadores derrubando uma floresta,
ao quebrarem suas portas com martelos e com malhos.
Ó Senhor, puseram fogo mesmo em vosso santuário!
Rebaixaram, profanaram o lugar onde habitais!
— Recordai vossa Aliança! A medida transbordou,
porque nos antros desta terra só existe violência!
Que não se escondam envergonhados o humilde e o pequeno,
mas glorifiquem vosso nome o infeliz e o indigente!