Este salmo descreve a tragédia causada pela invasão babilônica em 586 a.C. A súplica procura comover a Deus, mostrando que o principal atingido foi ele próprio, porque se trata de tua herança, teu Templo, teus servos, teus fiéis. Deus tem que libertar o seu povo em vista da sua honra pessoal e do nome com que se revelou no passado (Ex 3,l4). No exílio, o povo confia que Deus, seu pastor, irá liberta-lo. A súplica se transforma em ação de graças e o louvor já proclama a libertação futura.
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Am G F E
Por vosso nome e vossa glória, libertai-nos, ó Senhor!
Am Em
Invadiram vossa herança os infiéis,
F Em
profanaram, ó Senhor, o vosso templo,
Am Em
Jerusalém foi reduzida a ruínas!
F Em
Lançaram aos abutres como pasto
F Am
os cadáveres dos vossos servidores;
F Am
e às feras da floresta entregaram
G Am
os corpos dos fiéis, vossos eleitos.
Derramaram o seu sangue como água
em torno das muralhas de Sião,
e não houve quem lhes desse sepultura!
Nós nos tornamos o opróbrio dos vizinhos,
um objeto de desprezo e zombaria
para os povos e àqueles que nos cercam.
Mas até quando, ó Senhor, veremos isto?
Conservareis eternamente a vossa ira?
Como fogo arderá a vossa cólera?
Não lembreis as nossas culpas do passado,
mas venha logo sobre nós vossa bondade,
pois estamos humilhados em extremo.
Ajudai-nos, nosso Deus e Salvador!
Por vosso nome e vossa glória, libertai-nos!
Por vosso nome, perdoai nossos pecados!
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